quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Guido Mantega diz que 2011 será um ano de corte de gastos!

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Tal atitude mostra que o estado sempre quebra para o social, porém nunca para o econômico, visto que com a crise dos bancos, o governo brasileiro emprestou milhões para que os mesmos saíssem da crise!
É mister ressaltar que o estado é financiado com os impostos que incidem sobre o consumo, ou seja, é a classe trabalhadora que gasta o seu mísero salário na compra de mercadorias para a sua subsistência, que arca com as despesas do Estado, este ao invés de retribuir os impostos via políticas sociais emancipatórias e serviços públicos de qualidade, nega o acesso aos bens socialmente produzidos, aos seus direitos.
Notamos que com a ofensiva neoliberal, há cada vez mais redução de políticas sociais universais, ou seja, o Estado não vem respondendo, se responsabilizando pelas mazelas do seu "povo", utilizando o discurso de "solidariedade", "responsabilidade civil". Fato que condiciona a ação do terceiro setor, que atende de forma pontual e focalizada as manifestações da "questão social", lembrando que tais "respostas" não são direitos, ocasionando uma re-filantropização e re-mercantilização dos serviços sociais, algo duramente combatido pela categoria profissional dos assistentes sociais.
É preciso pressionar o Estado e fortalecer o movimento da classe trabalhadora, para que haja a garantia de direitos e não o sucateamento destes.

 Eliza e Amanda

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